Domingo, 05 de Fevereiro de 2012
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A Umbanda por ser uma religião espiritualista e mediúnica, seus ritos são sempre conduzidos diretamente ou indiretamente por espíritos desencarnados. Mas na Umbanda os espíritos mentores, chamados de guias, sempre deverão pertencer a uma falange, ou seja a um agrupamento de entidades que escolhem uma determinada forma para se apresentarem.

A função dessas entidades é a de trazer as mensagens, a vontade e a força dos Orixá,s e assim de Deus, e são os espíritos que chamamos de guias e protetores. Isto quer dizer que estes espíritos deverão possuir uma vestimenta, uma roupagem fluídica para que possam se manifestar em terreiros.
 
Esta maneira, ou forma, que é a roupagem fluídica e simbólica e é fundamental na Umbanda. Para nós um espírito para se manifestar, enquanto guia, deverá abrir mão de sua individualidade, ou seja, abrir mão de seu nome do seu EU, de sua identidade enquanto um ser para ser um falangeiro.
 
Sempre dizemos que a Umbanda é fundamentada em um tripé essencial, que são as formas de apresentação (essenciais), sem as quais não se pode falar em Umbanda, e isso é unânime.
 
Assim Pretos-Velhos, Caboclos e Crianças formam o essencial da Umbanda. Significando o desenvolvimento da vida, ou seja o início da vida, a pureza e a simplicidade, a descoberta (infância = crianças), o amadurecimento a virilidade o destemor, a vontade e o arrojo, a força (adulto = caboclo) e o amadurecimento, a sabedoria da vivência, a humildade de quem já viveu muito, a experiência e o conhecer das outras fases (velhice = pretos-velhos).
 
Assim as formas de apresentação significam a nossa vida, e dão conta de todos os problemas de nossas existências. Isso sem falar nos Exus e Pombagiras que são do reino da quimbanda que completam o que podemos chamar de formas de manifestação primordiais e essenciais de qualquer terreiro de Umbanda.
 
Mas, por vários motivos com o passar do tempo outras formas de apresentação foram se formando na Umbanda, são o povo do Oriente, os baianos, os boiadeiros, os ciganos e os marinheiros. Estas formas de apresentação, muitas vezes chamadas de povos auxiliares, ou formas auxiliares de apresentação, têm funções e missões distintas, mas sempre subordinadas ao tripé essencial (pretos-velhos – caboclos – crianças) e assim aos Orixás.
 
Diferença entre linhas e formas de apresentação:
 
Muitos locais se fala linha de caboclos, linha de pretos-velhos, linha do povo d'água, linha do oriente, e assim por diante.
 
O que eu acredito é que há uma confusão sobre formas de apresentação, ou seja, como as entidades vão se manifestar, que roupagem fluídica se apresentarão e as linhas de Umbanda.
 
Por linhas entendemos as qualidades, a força de trabalho, as especialidades de trabalhos dos Orixás. Por formas de apresentação entendemos a maneira pela qual os espíritos irão se manifestar.
 
Na Umbanda quem traz as mensagens, a vontade, a força dos Orixás e assim de Deus são os espíritos que chamamos de guias e protetores, ou seja entidades que são os emissários e mensageiros da Luz, do Amor e da Paz.

Muitos locais se fala linha de caboclos, linha de pretos-velhos, linha do povo d'água, linha do oriente, e assim por diante.

O que eu acredito é que há uma confusão sobre formas de apresentação, ou seja, como as entidades vão se manifestar, que roupagem fluídica se apresentarão e as linhas de Umbanda.

Por linhas entendemos as qualidades, a força de trabalho, as especialidades de trabalhos dos Orixás. Por formas de apresentação entendemos a maneira pela qual os espíritos irão se manifestar.

Esta maneira, ou forma, que é a roupagem fluídica e simbólica pela qual as entidades de luz irão se manifestar é fundamental na Umbanda. Para nós um espírito para se manifestar enquanto guia deverá abrir mão de sua individualidade. Serão falangeiros.

Sempre dizemos que a Umbanda é fundamentada em um tripé essencial, que são as formas de apresentação (essenciais), sem as quais não se pode falar em Umbanda, e isso é unânime. 

Assim Pretos-Velhos, Caboclos e Crianças formam o essencial da Umbanda. Significando o desenvolvimento da vida, ou seja o início da vida, a pureza e a simplicidade, a descoberta (infância = crianças), o amadurecimento a virilidade o destemor, a vontade e o arrojo, a força (adulto = caboclo) e o amadurecimento, a sabedoria da vivência, a humildade de quem já viveu muito, a experiência e o conhecer das outras fases (velhice = pretos-velhos). 

Assim as formas de apresentação significam a nossa vida, e dão conta de todos os problemas de nossas existências. Isso sem falar nos Exus e Pombagiras que são do reino da quimbanda que completam o que podemos chamar de formas de manifestação primordiais e essenciais de qualquer terreiro de Umbanda.

Mas por vários motivos com o passar do tempo outras formas de apresentação foram se formando na Umbanda, são o povo do Oriente, os baianos, os boiadeiros, os ciganos e os marinheiros. Estas formas de apresentação, muitas vezes chamadas de povos auxiliares, ou formas auxiliares de apresentação, tem funções e missões distintas, mas sempre subordinadas ao tripé essencial e assim aos Orixás.

Logo em breve falarei mais sobre as formas de apresentação.

Saravá a todos!! que todos os bons espíritos, todas as formas de apresentação da Umbanda nos tragam a esperança e a força para vencermos nossos vícios e erros, para assim nos libertarmos de todo e qualquer apego, para podermos viver, sentir e emitir o verdadeiro AMOR!
 

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