Domingo, 05 de Setembro de 2010

O efeito multiplicador – energia e magia na Umbanda

Recentemente em visita a um outro terreiro de Umbanda, observei o efeito multiplicador dos atos praticados pelos médiuns em uma casa. Cheguei cedo, trinta minutos antes do início da gira, fiquei sentado em contemplação e observação.


Alguns médiuns já estavam na casa ajudando a arrumar o congá, recepcionando os visitantes e conversando entre si, mas sempre em voz baixa. Imediatamente as pessoas que chegavam ao terreiro abaixavam o tom de voz, iam sentando e conversavam com seus vizinhos de assistência em um volume muito baixo.


Logo depois iniciou-se um silêncio por parte dos médiuns, que estavam se concentrando, ou fazendo seus afazeres, mas em silêncio. Imediatamente a assistência diminuiu ainda mais o tom da conversa e mais, muitos ficaram em silêncio. O dirigente chega, e dá início aos trabalhos. A forma de condução era voltada para a introspecção e assim durante todo o trabalho a assistência observava a gira de forma muito silenciosa e com poucas conversas.


Mesmo quando os pontos eram entoados as pessoas o faziam de forma baixa, e assim quase ninguém da assistência ousava cantar. Depois de um certo tempo alguns médiuns sorriram para a assistência como se os convidassem a relaxarem, e muitos mudaram o ar de concentração para um ar mais relaxado, mais livre.


Quando alguns médiuns começaram a conversar, mesmo que de forma rápida, entre si, imediatamente a assistência também voltava a conversar. Quando as entidades chefes solicitavam a atenção e a força, todos os médiuns se voltavam para a entidade e exalavam sua fé, muitos dos presentes se comoviam, se emocionavam com esta reação.
Findado os trabalhos fui para a minha casa, e comecei a refletir sobre a gira, aprender com os trabalhos daquele terreiro, avaliar minhas práticas e meditar em como melhorar minha forma de conduzir as giras. Mas, entre um pensamento e outro me deparei com o efeito multiplicador da postura dos médiuns em um terreiro.


Assim passei a observar a nossa casa, como nos portamos e qual o efeito multiplicador de nossas atitudes. Em nossa casa por razões diversas estimulo as pessoas a conversarem a darem risada, a relaxarem a se sentiram em casa. Assim os médiuns quando chegam se abraçam e começam a conversar, imediatamente a assistência faz o mesmo, dão risadas conversam, e mesmo aqueles que estão indo pela primeira vez sentem este ar descontraído inicial e não se sentem constrangidos, pelo menos não aparentam isto.


Vou dar início aos trabalhos todos olham para o altar e então de mãos dadas iniciamos nossa gira cantando o hino da Umbanda. A assistência neste momento já se acomodou e as conversas quase que cessaram, todos se voltam para a gira em contemplação.


Quando conversamos sobre a Umbanda no início de cada trabalho, todos prestam atenção, todos querem absorver o conhecimento e assim a assistência também se concentra. Quando tocamos o atabaque e cantamos com devoção e dedicação, em nossa casa todos os médiuns cantam os pontos, concentramos nossas atenções para aquele Orixá, aquela parte do ritual percebo que muitos da assistência começam a cantar e outros ficam acompanhando o ritmo com as mãos, os pés ou a cabeça.
Abrimos para o passe, para a vibração, e todos se voltam para o altar e pedem em pensamento ajuda a todos os que ali estão, a assistência entra e sente este clima de oração e de ajuda. A seriedade e a dedicação contagiam os visitantes.


Mas da mesma forma que os aspectos positivos são contagiantes e multiplicadores, quando há displicência, conversas, desrespeito, muitos da assistência começam a perder o ar de contemplação alegre, e passam a desacreditar ou ao menos não sentir aquela união de força como sentiu anteriormente.
A postura do corpo mediúnico em uma casa é multiplicador dos estados emocionais da assistência, se todos nós percebêssemos este efeito tomaríamos muito mais cuidado com nossos atos e omissões durante, antes e depois da gira.


O corpo mediúnico unido e que segue o ritual de forma disciplinada, que acompanha o estilo de cada casa, já começa fazendo a magia da Umbanda antes mesmo da incorporação e da consulta. Seja em uma casa onde a introspecção e o silêncio são as formas, ou em uma casa em que a alegria e a disciplina em movimento são as regras, o importante é aderir ao tipo da casa de Umbanda, vestir a camisa, sentir a casa como sendo sua e se dedicar para que todos percebam como somos todos sacerdotes, discípulos em busca da fé e da caridade.


Saliento sempre que posso aos médiuns do nosso terreiro que a Umbanda é uma religião cujo ritual é exercido de forma coletiva, aqueles que compõem o corpo mediúnico são os sacerdotes, dirigidos e coordenados por um, mas todos são sacerdotes e como sacerdotes devemos ter a responsabilidade de multiplicar a paz, o amor e a fé. Quando permitimos que o desleixo a desatenção e o desrespeito se multipliquem, estamos indo contra o que pregamos.


Agradeço a Deus e aos Orixás por termos uma corrente que entende sua função como corpo, como corrente em que cada elo é forte e ajuda o outro, e que mesmo diante de nossos erros, procuramos sempre melhorar e corrigir, com tranqüilidade e perseverança. Espero que esta observação que pode ser óbvia para muitos possa fortalecer a nossa casa, e fortalecer todos os terreiros de Umbanda, pois quando nos dedicamos e amamos nosso sacerdócio, e o exercemos com responsabilidade e atenção, seguindo aquilo que acreditamos e fazendo da forma que entendemos mais correta, isto se multiplica, contagia a todos e faz a magia da Umbanda acontecer.

Saravá a todas as correntes de Umbanda, saravá todos os terreiros, saravá todos os médiuns.


Autor: Pai Caetano de Oxossi
Todos os direitos reservados
se for republicar favor citar a fonte, garantir a autoria e não editar sem prévia autorização. Obrigado

   

Nanã - a Orixá primordial

Para começarmos a falar de nossa querida Orixá Nanã Buruquê, permitam-me uma introdução:


Em um mito da cultura Yorubá, fala-se de um momento em que Deus (Olorum) manda Oxalá criar o ser humano. Oxalá começa a procurar de que material iria fazer este homem e esta mulher, e após várias tentativas decide pedir a ajuda a Nanã, a senhora do barro e da lama. Esta então aceita ajudar Oxalá e empresta seu barro, mas impõe uma condição:
“Após um tempo na terra (aiê) os restos dos homens e mulheres deveriam voltar para seu domínio"
Oxalá aceitando a condição pega o barro e molda os seres humanos que com um sopro de Olorum (Deus) o barro ganha a vida.


Este mito é muito conhecido de muitos de vocês, não é verdade? Vocês já não ouviram esta história com outros personagens?
Pois é, no livro primeiro da Bíblia, o Gênesis, existe uma história muito semelhante:
No capítulo 2, versículo 7 da Gênesis: 
“E formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.”

Povos distintos, que viveram em épocas diferentes e em locais diferentes, mas que inspirados deram uma explicação muito semelhante à origem do homem.
Mas vejam como outra passagem também traz esta semelhança:

Leia Mais

   

O processo de reencarnação: a gravidez e a ligação do espírito à nova vida material

Antes quero lhe fazer um convite: toda vez que formos debater um tema polêmico dê uma lida no texto que os explica: clique aqui

O tema era para ser o aborto, ou seja, a interrupção voluntária ou involuntária de uma gravidez. Mas, quando comecei a pensar em escrever este assunto imediatamente me veio uma pergunta: quando o espírito desencarnado se liga à matéria? Quando este espírito se liga à mãe e ao embrião? No momento da concepção, no feto ou no nascimento?

Diante destes questionamentos decidi escrever primeiro sobre o processo de reencarnação: a gravidez e a ligação do espírito à nova vida material.

Logicamente que deste tema teremos como base a compreensão que a Umbanda é uma religião espiritualista e assim acredita na vida após a morte, na sobrevivência do espírito após a morte carnal, e na existência do ciclo das reencarnações, ou seja, acreditamos na existência de múltiplos nascimentos e desencarnes.

Para a Umbanda a encarnação, e assim a reencarnação, é a oportunidade sagrada e abençoada de um espírito esquecer seu passado delituoso, seus inimigos, suas desavenças, e de encontrar situações semelhantes às vividas no passado com outra roupagem, uma segunda (terceira, quarta, etc.) chance. Enfim, um método divino de crescimento e iluminação espiritual.

A reencarnação, portanto, é a porta para a nossa remissão, é um dos momentos em que nosso trabalho espiritual se depara com situações semelhantes, que um dia falhamos, para que nossos espíritos aprendam a arte do amor, do perdão, do desapego e da solidariedade, ao mesmo tempo em que aprende a não ser egoísta, orgulhoso, etc.

Diante disto, fica claro que, para nós, a reencarnação é uma oportunidade muito importante para a nossa evolução espiritual, um dos grandes instrumentos para o burilamento espiritual e um caminho intensivo de libertação.

A porta de entrada desta oportunidade é a gravidez. Ou seja, quando em situações normais um homem e uma mulher realizam um ato sexual e o espermatozóide consegue fertilizar o óvulo. Ou, em situações laboratoriais, um cientista introduz um espermatozóide em um óvulo, e depois insere o embrião dentro do útero feminino.

Entendendo que é a gravidez, e assim o nascimento, a porta de entrada para a oportunidade da reencarnação, pergunta-se: quando este espírito reencarnante começa a se fixar no novo corpo?
Os espíritos responsáveis pelo mecanismo da reencarnação (a meu ver trabalhadores de Omolu/Obaluaê) se aproximam da mãe e do pai e apresentam em sonho o novo filho. Estes espíritos começam a viver juntos para que a energia de todos se harmonize a facilite a concepção. (Não se preocupem o momento da relação sexual é um momento privado os espíritos não ficam assistindo)

Após a relação sexual milhares, centenas de milhares de espermatozóides iniciam seu trajeto em busca do óvulo. Em geral apenas um consegue perfurar o óvulo e fecundá-lo.
Por que aquele espermatozóide, no meio de tantos milhares, foi o que fecundou o óvulo? Muitos dirão que ele foi o mais rápido, o mais forte, o que chegou primeiro ao óvulo. E estes vão descobrir que a ciência já demonstrou que não é o primeiro a chegar ao óvulo, nem mesmo o aparentemente mais forte é o que fecundará. O fato de ser este ou aquele espermatozóide que perfurará o óvulo é aleatório.

Mas será que é aleatório? Ou será que aqueles espíritos que estão trabalhando na reencarnação não dão uma “ajudinha” no espermatozóide que trará a herança genética mais apropriada para a nova vida que surgirá?

Será que a escolha deste espermatozóide não obedece a uma lógica que facilitará o aparecimento de doenças, de deficiências, de qualidades, de atributos que virão ao encontro dos propósitos deste novo reencarnante?

Eu acredito que sim, há uma escolha, uma facilitação para que o espermatozóide mais apto a trazer este conjunto de genes que propiciarão as tarefas e as missões que o espírito deverá passar aconteça.

Se você já começou a concordar comigo já percebeu que antes mesmo da fecundação, ou seja, da existência de um embrião, há a aproximação do espírito que irá reencarnar, pois a própria seleção do espermatozóide vencedor se dá para que a missão daquele espírito reencarnante aconteça nos moldes traçados pelos Orixás.

Para contribuir para o entendimento deste pensamento: por inúmeras razões kármicas a pessoa deveria nascer portadora de uma deficiência física, deveria ser portadora de algumas doenças genéticas, ser médium, ser alto, ser baixo, ter problemas em determinados órgãos, ser mais apto as ciências exatas, mais apto nos reflexos, ser esportista, não ter um órgão, ter um dom, ter um QI elevado ou reduzido, etc. Como é que isto é feito para garantir uma reencarnação adequada à evolução daquele espírito?

Começa, em minha opinião, na escolha do espermatozóide e do próprio óvulo, pois são eles que carregarão a herança genética e assim um conjunto de atributos e características físicas.
Mas, você não concorda comigo, afinal você não gosta de genética, não acredita na escolha do espermatozóide, ou simplesmente não ficou convencido. Vamos então seguir entendendo que o espermatozóide que perfurou o óvulo foi fruto de uma ação aleatória.

O espermatozóide ao adentrar no óvulo se funde ao mesmo criando o ovo, o embrião. Este ovo é uma célula que imediatamente começa a se dividir, se divide de forma frenética, de uma única célula em pouco tempo já são milhares de células.

Nesta divisão celular, em que já se tem o embrião, há a presença do futuro encarnado? Já se iniciou a ligação entre este espírito e seu futuro corpo? Se você como eu acredita na escolha do espermatozóide a resposta já está dada, mas se você não acredita tem que concordar que neste momento o espírito tem que estar presente.

Porque tem que estar presente? Porque nestas divisões celulares começa-se a criar o novo ser. E assim algumas células serão o sistema nervoso, outras os ossos, e assim por diante. Logicamente aqui também já se começa a propensão para os defeitos e para as aptidões. Se este novo ser tiver que ser portador da síndrome de Down, já no início das divisões celulares há a duplicação de um par de cromossomos. Se ele terá uma perna muito mais curta que a outra, se ele tiver um cérebro dotado para as artes plásticas, etc., tudo já começa na divisão e na especialização das células no embrião. Somente com a presença deste espírito é que as características de sua vida serão traçadas.

Imagine se fosse o contrário. Se a mãe gerasse um feto que não tivesse as mãos. No momento do nascimento os espíritos iriam buscar um espírito para encarnar com estas condições? Seria aquele que estivesse passando por perto? Seria alguém sem nenhuma ligação com a família? Não, certamente que não, pois esta deficiência terá uma razão de reparação kármica para o novo encarnado e para a sua família e não um ato caótico sem razão.

Neste argumento começamos a perceber que os novos encarnados têm uma relação com a família, seja ela de amizade, de amor, ou mesmo de inimizade, ocasião em que a reencarnação permite o resgate entre estes espíritos.

Além dessas razões vamos a outras: depois de nosso reencarne teremos a aparência muito semelhante a que possuímos atualmente. Para renascermos devemos abrir mão desta forma e adotarmos a forma de um bebê. Como isto se processa? De uma hora para outra? Um choque? Certamente que isto faz parte de um processo em que junto com o desenvolvimento do feto vamos nos adaptando a nova forma física, vamos nos religando a matéria, pouco a pouco, de forma gradual. Vamos criando uma ligação com a matéria e vamos entrando em uma espécie de sono, suspendendo nossa memória, esquecendo nosso passado, nossa última reencarnação, ou nossas últimas reencarnações, para que possamos iniciar tudo de novo e termos a oportunidade de aprender novamente.

Neste processo vamos recebendo o impacto da energia de nossas mães, de nossos pais e de nossos familiares. Já está provado pela ciência do homem encarnado que as alterações emocionais, psicológicas da mãe afetam o desenvolvimento físico e mental do filho. Psicólogos estão defendendo teses em que alguns traumas psicológicos são trazidos de momentos traumáticos e tensos durante a gravidez. E estas pessoas não são espiritualistas, ou seja, não acreditam nas reencarnações, mas acreditam que a personalidade pode começar a se formar no útero materno. Se a personalidade começa no útero (para nós é uma sequência de vidas) é certo que o espírito já estava ligado ao feto, uma vez que a personalidade não é material, e sim espiritual.

Com todas estas informações e estes argumentos quero demonstrar que tenho uma convicção que a ligação do espírito reencarnante na matéria começa muitas vezes antes da própria concepção, e sempre começará ou seguirá no momento imediato da fecundação do óvulo pelo espermatozóide.

Este tema permitirá que possamos debater o aborto e outras práticas provocadas durante a gravidez. Mas isto é assunto para outro artigo.

Fiquem a vontade para questionar, discordar, debater. O tema traz para nós muitas dúvidas, e como sempre os guias nos falam: as dúvidas devem servir para enraizar nossa fé. Portanto fico a disposição para discutirmos o tema.


Saravá



Autor: Pai Caetano de Oxossi
Todos os direitos reservados
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Falando sobre cultura - Música 3ª parte - os primeiros sambistas

Seguindo nossos textos culturais, Umbanda também é cultura, trago hoje um pouco dos compositores do início do século passado, os fundadores, os criadores do nosso bom e velho samba.

Estes compositores homenagearam os Orixás, as giras, as entidades, e seus sacerdotes. Todos os citados neste texto são considerados os pais do samba.
O samba, que é um gênero musical nascido no Brasil, é também o nome que damos a música em nossos terreiros, ou seja o samba de terreiro. Em algumas casas, inclusive, o responsável pela música é chamado de samba, de Ogã de Samba, ou capitão de samba.

A maioria das músicas não foram remasterizadas, mas podem ser encontradas em alguns sites. Entre estas porém, encontramos algumas que já foram dezenas de vezes regravadas, como é o caso de Feitiço da Vila. Uma cantora que gravou estes compositores foi Clementina de Jesus (têm um CD dela cantando as músicas de João da Baiana).

Interessante nestas músicas é saber que muitos desses compositores freqüentavam as casas das Tias do Rio de Janeiro. Estas casas eram locais onde a gastronomia, a religião e a música estavam sempre conectadas com a África. João da Baiana e Donga, por exemplo, eram filhos ou parentes destas senhoras que foram grandes mulheres e que resistiram a força policial, e a repressão do Estado.

Na época destas composições a polícia literalmente considerava qualquer batuque arruaça, entrava, quebrava os instrumentos e prendia os sambistas.

João da Baiana conta que um dia conheceu um senador e falou para ele que estava cansado de perder seus instrumentos. Então o senador deu a ele um pandeiro. Toda vez que a polícia baixava, João dizia "este pandeiro é do senador quer quebrar??" E então sempre tinha seu pandeiro intacto. Parece que algumas coisas não mudam com o tempo, não é verdade?

Existe um samba chamado Delegado Chico Palha, cantado por diversos sambistas da atualidade que retrata a figura de um policial na época destas composições, e podem dar a noção do que se passva com o samba, a Umbanda e o Candomblé no início do século passado.

“Mas, apesar do preconceito, o sucesso era perfeito, quando o Samba ia para a cidade.” (diz um samba cantado por Zeca Pagodinho). Graças a estas casas das Tias, a estes sambistas, e tantos homens e mulheres que bravamente resisiram a tudo isto que temos hoje a nossa Umbanda e o nosso Samba.

Façam um bom proveito, pois estas modas de samba são muito inspiradoras.

Saravá a curimba, a Ngoma (engoma), saravá o samba de terreiro.

Aque os Orixás possam abençoar estes sambistas de outrora que deixaram um legado a todos nós.

Nome da música – (compositores)

  • Já andei (Pixinguina, Donga e João da Baiana)
  • A Bahia te espera (Herivelto Martins, Chianca de Garcia)
  • Canjiquinha Quente (Sinhô _ José Barbosa da Silva)
  • Carga de Burro (Sinhô)
  • Eu tenho um burro (Sinhô)
  • Feitiço Gorado (Sinhô)
  • Alodê (Príncipe Pretinho cantado por Ataulfo Alves)
  • Cosme e Damião (Heitor dos Prazeres)
  • Iemanjá (Heitor dos Prazeres)
  • Amalá de Xangô (João da Baiana)
  • Babalaô (João da Baiana)
  • Banho de Ervas (João da Baiana)
  • Cosme e Damião (João da Baiana)
  • Lamento de Inhaçã (João da Baiana)
  • Lamento de Oxum (João da Baiana)
  • Lamento de Xangô (João da Baiana)
  • Macumba de Mangueira (Almirante)
  • Caboclo do Mato (João da Baiana e Getúlio Marinho)
  • Homenagem a Oxalá (João da Baiana)
  • Feitiço da Vila (Noel Rosa e Vadico)
   

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Quem sou eu!!


Caetano de Oxossi

Dirigente do Terreiro de Umbanda Luz, Amor e Paz - Cabana do Pai Tobias de Guiné. Estudante e aprendiz de nossa querida Umbanda 

Por que deste espaço?

Este é um espaço para que possamos debater e aprofundar nossos conhecimentos, resolver nossas dúvidas sobre Umbanda, e sobre religiões. Seu papel na libertação e na iluminação de nossos espíritos, sua função no Brasil e como funciona esta religação entre nós e o Criador.


TULAP - Terreiro de Umbanda Luz, Amor e Paz - Cabana do Pai Tobias de Guiné
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